28 de fev de 2010

José Mindlin: uma vida dedicada aos livros

Faleceu nesta manhã de domingo, 28 de fevereiro, aos 95 anos, o bibliófilo José Mindlin.

Filho de judeus nascidos em Odessa, Ucrânia, Mindlin formou-se em Direito, mas foi no setor industrial onde obteve seu maior êxito: fundou a indústria Metal Leve, que se tornou uma gigante no setor de peças para automóveis.

Após se afastar da empresa em 1996, José Mindlin dedicou-se integralmente à atividade de colecionar livros raros, paixão que mantinha desde os 13 anos. Seu acervo chegou a possuir cerca de 38.000 obras.

Em 2006 Mindlin foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Seu acervo de livros brasileiros foi doado à Universidade de São Paulo. Em boa parte digitalizado, pode ser acessado pelo endereço
http://www.brasiliana.usp.br/

26 de fev de 2010

Imprimindo na web

Com o crescente uso dos notebooks, notepads e e-readers, além do preço elevado de tintas para impressoras desk-jet, tornou-se comum a impressão digital de páginas em arquivos PDF. Mas normalmente páginas bem estruturadas aparecem totalmente bagunçadas na impressão. Um aplicativo web veio para solucionar este problema: é o PrintFriendly. O aplicativo permite com apenas um clique a formatação das páginas web a serem impressas, e ainda é possível eliminar parágrafos ou trechos não desejados.

Basta acessar o endereço e digitar a URL a ser impressa:
http://www.printfriendly.com

25 de fev de 2010

O Fundamentalismo, no Cristianismo e no Islã

Um dos termos religiosos mais controversos é o Fundamentalismo.

Dentro dos círculos acadêmicos, o Fundamentalismo é descrito como uma forma de espiritualidade criada de modo a enfrentar o temor de que a modernidade possa afetar ou mesmo erradicar a fé e a moralidade de seus seguidores. Já a mídia utiliza o termo normalmente para descrever setores mais conservadores de determinada religião, ou mesmo grupos religiosos propensos à violência.

Os Fundamentalistas Cristãos crêem que a Bíblia é unicamente a palavra de Deus, e rejeitam a interpretação de que se trata de um documento histórico. Por volta dos anos 1960 muitos teólogos e historiadores acreditaram que as religiões se tornariam menos conservadoras, porém isso não ocorreu. Os setores fundamentalistas das principais religiões do mundo (Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo, Budismo e outras) se ampliaram, dedicados a preservar suas tradições religiosas.

O Fundamentalismo no Islã tem sido normalmente associado no Ocidente ao terrorismo anti-americano, o que não é correto. Os Fundamentalistas Islâmicos simplesmente formam uma ala conservadora do Islã, que promovem o estrito seguimento das Leis do Alcorão. Muitos promovem o conceito de Estado Teocrático, onde a Sharia (Lei Islâmica) se torna uma política de Estado. E muitos vêem o Ocidente como infiel, decadente e obcecado pelo sexo.

O terrorismo islâmico representa uma ala extremamente radical do Islã, com seguidores que acreditam que os ensinamentos do Alcorão devem ser impostos à força, se necessário. Este movimento é alimentado por elementos sociais, econômicos e políticos presentes em muitos países muçulmanos: ausência de democracia, autocracia, ausência de eleições livres, conflitos locais, concentração extrema de renda e alto desemprego. Talvez o principal motor do terrorismo islâmico seja o conflito Palestino-Israelense, que já dura 5 décadas e alimenta a maior parte do ódio, instabilidade e hostilidade reinantes na região.

Texto original:  
Religious Tolerance - The term Fundamentalism in Christianity and Islam
http://www.religioustolerance.org/reac_ter9.htm

22 de fev de 2010

Adobe Photoshop, 20 anos

Uma das coisas mais impressionantes sobre esta empresa é o fato de que uma família abençoada, que consistia de um engenheiro profissional, um PhD em Engenharia e um talentoso mago dos efeitos especiais da Industrial Light and Magic tiveram a idéia inicial do Photoshop.

Texto completo:
http://www.webdesignerdepot.com/2010/02/20-years-of-adobe-photoshop/

19 de fev de 2010

Andy Gibb, Shadow Dancing

"The brother of the Bee Gees", Andy Gibb, em um clip com cenas que parecem ter sido retiradas da série Buck Rogers no Século 25...

Um clássico da disco' music.

18 de fev de 2010

O futuro, por aqui...

Blender é um software 3d livre, desenvolvido por uma comunidade de programadores e usuários em todo o mundo. Seu criador é o holandês Ton Roosendaal, que o fez evoluir de um simples aplicativo proprietário (de uso específico de uma empresa) para uma Fundação sem fins lucrativos. Considerando-se que se trata de um software 100% gratuito, o resultado é admirável.

Bob Holcomb, um dos desenvolvedores, criou um vídeo que ilustra as fases de desenvolvimento da mais nova versão do software, a 2.5. Cada segundo do vídeo corresponde a 4 dias de desenvolvimento. Trata-se de algo puramente técnico, mas que, com a trilha sonora, tomou uma forma extremamente artística e bela.

Uma prova de que a mídia tradicional morreu. Ela não impõe mais modismos e nem estéticas.
O futuro está por aqui.

15 de fev de 2010

Neil Sedaka, Laughter in the Rain

Yes, love can be beautiful.



Strolling along country roads with my baby
It starts to rain, it begins to pour
Without an umbrella we're soaked to the skin
I feel a shiver run up my spine
I feel the warmth of her hand in mine

Oo, I hear laughter in the rain
Walking hand in hand with the one I love
Oo, how I love the rainy days
And the happy way I feel inside

After a while we run under a tree
I turn to her and she kisses me
There with the beat of the rain on the leaves
Softly she breathes and I close my eyes
Sharing our love under stormy skies

Oo, I hear laughter in the rain
Walking hand in hand with the one I love
Oo, how I love the rainy days
And the happy way I feel inside
I feel the warmth of her hand in mine

13 de fev de 2010

Chris Isaak, The Wicked Game

The Wicked Game, canção de 1990, foi tema do filme Wild at Heart, de David Lynch (no Brasil, Coração Selvagem).

No vídeo Chris Isaak contracena com a supermodel Helena Christensen.

A nonchalant theme, a hot video...



The world was on fire
No one could save me but you.
Strange what desire will make foolish people do
I never dreamed that I'd meet somebody like you
And I never dreamed that I'd lose somebody like you

No, I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
No, I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
With you
With you

What a wicked game you play
To make me feel this way
What a wicked thing to do
To let me dream of you
What a wicked thing to say
You never felt this way
What a wicked thing to do
To make me dream of you

And I don't wanna fall in love
[This love is only gonna break your heart]
And I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]

Nobody loves no one

3 de fev de 2010

Malagrino Design: mudança

Nas últimas semanas lancei alguns blogs para falar sobre assuntos que me interessam no momento, e também para divulgar meus produtos. Mas decidi centralizar os assuntos em apenas um site, com o título  
Malagrino Design.

Editado pelo WordPress, também possui um layout tradicional, com página inicial e tópicos. Lá falo sobre Joalheria, Interiores, Arquitetura e Artes Decorativas em geral -- e também divulgo meus trabalhos:

http://malagrinodesign.wordpress.com

Aguardo a visita de todos.

Obs.: Este blog continua no ar!

1 de fev de 2010

Lili Marlene

Lili Marlene foi escrita durante a 1.ª Guerra Mundial, por Hans Leip, do Exército Imperial Alemão. Em 1938 Norbert Schultze compôs uma melodia para a letra de Leip, e a canção foi gravada pela cantora Lale Andersen.

Durante a ocupação da Iugoslávia pelas tropas nazistas em 1941, o programador da Rádio Belgrado tocava com freqüência Lili Marlene, por absoluta falta de outros discos nas prateleiras da emissora. O ministro da propaganda Joseph Göbbels não gostou da canção e ordenou que saísse do ar; mas a Rádio Belgrado era captada em toda a Europa, e tanto alemães quanto soldados aliados se encantaram com a história da garota sob a luz... O general alemão Rommel permitiu que a rádio transmitisse a canção, que se tornou a assinatura da emissora, sendo executada todos os dias às 21:55, antes de sair do ar.

A popularidade de Lili Marlene cresceu tanto que foram escritas versões em várias línguas. A atriz americana Marlene Dietrich interpretou-a diversas vezes por toda a Europa e norte da África, por três anos.

Abaixo, Lale Andersen interpreta Lili Marlene na versão original de 1939.



1. Vor der Kaserne
Vor dem großen Tor
Stand eine Laterne
Und steht sie noch davor
So woll'n wir uns da wieder seh'n
Bei der Laterne wollen wir steh'n
|: Wie einst Lili Marleen. :|

2. Unsere beide Schatten
Sah'n wie einer aus
Daß wir so lieb uns hatten
Das sah man gleich daraus
Und alle Leute soll'n es seh'n
Wenn wir bei der Laterne steh'n
|: Wie einst Lili Marleen. :|

3. Schon rief der Posten,
Sie blasen Zapfenstreich
Das kann drei Tage kosten
Kam'rad, ich komm sogleich
Da sagten wir auf Wiedersehen
Wie gerne wollt ich mit dir geh'n
|: Mit dir Lili Marleen. :|

4. Deine Schritte kennt sie,
Deinen zieren Gang
Alle Abend brennt sie,
Doch mich vergaß sie lang
Und sollte mir ein Leids gescheh'n
Wer wird bei der Laterne stehen
|: Mit dir Lili Marleen? :|

5. Aus dem stillen Raume,
Aus der Erde Grund
Hebt mich wie im Traume
Dein verliebter Mund
Wenn sich die späten Nebel drehn
Werd' ich bei der Laterne steh'n
|: Wie einst Lili Marleen. :|

Underneath the lantern,
By the barrack gate
Darling I remember
The way you used to wait
T'was there that you whispered tenderly,
That you loved me,
You'd always be,
My Lilli of the Lamplight,
My own Lilli Marlene

Time would come for roll call,
Time for us to part,
Darling I'd caress you
And press you to my heart,
And there 'neath that far-off lantern light,
I'd hold you tight ,
We'd kiss good night,
My Lilli of the Lamplight,
My own Lilli Marlene

Orders came for sailing,
Somewhere over there
All confined to barracks
was more than I could bear
I knew you were waiting in the street
I heard your feet,
But could not meet,
My Lilly of the Lamplight,
my own Lilly Marlene

Resting in our billets,
Just behind the lines
Even tho' we're parted,
Your lips are close to mine
You wait where that lantern softly gleams,
Your sweet face seems
To haunt my dreams
My Lilly of the Lamplight,
My own Lilly Marlene 

http://ingeb.org/garb/lmarleen.html