Combat! foi uma das primeiras séries de TV que enfocava a 2.ª Guerra sob o ponto de vista de seus combatentes. Exibido de 1962 a 1967, a série trazia situações vividas por um pelotão na França ocupada pelos nazistas. Estrelada por Rick Jason (2.º Ten. Hanley) e Vic Morrow (Sgt. Saunders), também participaram Telly Savalas, Leonard Nimoy, Charles Bronson e Robert Duvall como atores especialmente convidados. Dez episódios foram dirigidos pelo aclamado diretor Robert Altman.
Jason e Morrow fizeram parte respectivamente do Exército e Marinha americanos durante a 2.ª Guerra Mundial.
Uma das filhas de Vic Morrow é a atriz Jennifer Jason Leigh.
Morrow foi morto em um trágico acidente em 1982, quando da filmagem de Twilight Zone, The Movie. Ele e dois garotos, imigrantes vietnamitas, tiveram morte imediata quando um helicóptero que participava das filmagens perdeu o controle e caiu sobre os três atores.
Combat! está sendo reprisado pelo TCM, aos sábados e domingos.
21 de mar. de 2010
19 de mar. de 2010
16 de mar. de 2010
Esclarecimento sobre blogs
Um recado àqueles que gentilmente acompanham minhas postagens.
Registrei recentemente o domínio
http://www.malagrinodesign.com.br
com o mesmo conteúdo do blog Malagrino Design, onde todos podem conhecer meus produtos em joalheria e artes decorativas, além de artigos e curiosidades sobre o assunto.
O blog Castelum, sobre castelos e palácios de todo o mundo, continua sendo atualizado:
http://castelllum.wordpress.com
E é claro, este blog continua no ar,
http://grey-noise.blogspot.com
com as "generalidades genéricas" de sempre...
Aguardo a visita de todos.
Registrei recentemente o domínio
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com o mesmo conteúdo do blog Malagrino Design, onde todos podem conhecer meus produtos em joalheria e artes decorativas, além de artigos e curiosidades sobre o assunto.
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E é claro, este blog continua no ar,
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13 de mar. de 2010
Gary Numan, "Cars"
Mais um exemplo de como a produção de video-clips era primária e ruim nos anos 80: um desfile de efeitos especiais de gosto duvidoso embalam a boa musiquinha eletrônica de Gary Numan.
A partir dos anos 90, com a popularização de canais como a MTV, a produção de video-clips se aprimorou bastante. Hoje, ao contrário dos primórdios dos "music videos", a qualidade das imagens supera, e muito, a qualidade das músicas.
A partir dos anos 90, com a popularização de canais como a MTV, a produção de video-clips se aprimorou bastante. Hoje, ao contrário dos primórdios dos "music videos", a qualidade das imagens supera, e muito, a qualidade das músicas.
10 de mar. de 2010
Soul Train
Outro dia, em andanças virtuais pelo YouTube, descobri esta verdadeira pérola: o programa Soul Train -- segundo a Wikipedia, o programa de maior duração da história, exibido sem interrupções durante nada menos que 35 anos, de 1971 a 2006.
Apresentado inicialmente por Don Cornelius, o programa trazia cantores e músicos de soul e R&B, muitos do famoso selo TSOP (The Sound of Philadelphia).
Um dos momentos mais curiosos era a "line dance". Como dá para se ver no vídeo, algo no mínimo, no mínimo, "engraçado"...
(Episódio n.º 104, 1974 - Música: Mighty Mighty, Earth, Wind & Fire)
Apresentado inicialmente por Don Cornelius, o programa trazia cantores e músicos de soul e R&B, muitos do famoso selo TSOP (The Sound of Philadelphia).
Um dos momentos mais curiosos era a "line dance". Como dá para se ver no vídeo, algo no mínimo, no mínimo, "engraçado"...
(Episódio n.º 104, 1974 - Música: Mighty Mighty, Earth, Wind & Fire)
8 de mar. de 2010
Oscar 2010: sem blockbusters
O Academy Awards 2010 trouxe várias surpresas. A esperada enxurrada de estatuetas ao blockbuster Avatar não aconteceu. O filme de James Cameron, que até o momento rendeu US$ 500 milhões, levou apenas 3 prêmios: direção de arte, fotografia e efeitos visuais.
Com 6 estatuetas, o grande vencedor da noite foi The Hurt Locker, um filme de baixo orçamento dirigido por Kathryn Bigelow, ex-esposa de James Cameron, e que conta a história de um esquadrão anti-bombas no Iraque.
Também não foi a noite dos veteranos Meryl Streep e Morgan Freeman. A estatueta de melhor atriz ficou com Sandra Bullock (The Blind Side), e Jeff Bridges (Crazy Heart) foi o escolhido para melhor ator.
Na categoria filme estrangeiro, venceu o argentino El Secreto de sus Ojos, dirigido por Juan José Campanella.
(Vi a transmissão pela TNT. O destaque negativo, para variar, foi Rubens Ewald Filho, sempre atrapalhado, com uma voz cansada, e fazendo observações ao invés de anunciar os vencedores. Poderia apenas se limitar a comentar, enquanto dubladores fariam a tradução simultânea...)
Com 6 estatuetas, o grande vencedor da noite foi The Hurt Locker, um filme de baixo orçamento dirigido por Kathryn Bigelow, ex-esposa de James Cameron, e que conta a história de um esquadrão anti-bombas no Iraque.
Também não foi a noite dos veteranos Meryl Streep e Morgan Freeman. A estatueta de melhor atriz ficou com Sandra Bullock (The Blind Side), e Jeff Bridges (Crazy Heart) foi o escolhido para melhor ator.
Na categoria filme estrangeiro, venceu o argentino El Secreto de sus Ojos, dirigido por Juan José Campanella.
(Vi a transmissão pela TNT. O destaque negativo, para variar, foi Rubens Ewald Filho, sempre atrapalhado, com uma voz cansada, e fazendo observações ao invés de anunciar os vencedores. Poderia apenas se limitar a comentar, enquanto dubladores fariam a tradução simultânea...)
5 de mar. de 2010
A polêmica da Devassa
A Secretaria Especial dos Direitos da Mulher apelou ao CONAR (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) para que suspendesse a veiculação da propaganda da cerveja Devassa, onde a socialite americana Paris Hilton aparece em um quarto de hotel, no Rio, fazendo "malabarismos" com uma lata da cerveja.
A propaganda pode ser vista abaixo. Não há absolutamente nada de "sexista" ou de imoral no filme, apenas os clichês comuns em propaganda de cerveja no Brasil: praia, sol e mulher rebolando. Muito distante das campanhas criativas de outras cervejas, como Budweiser, Heineken e Isenbeck (vídeo anterior).
Mais uma vitória da patrulha do politicamente correto. Uma oportunidade única para uma burocrata de Brasília, a "Ministra" Nilcéa Freire, ocupar as páginas dos jornais ao lado da socialite Paris Hilton.
A propaganda pode ser vista abaixo. Não há absolutamente nada de "sexista" ou de imoral no filme, apenas os clichês comuns em propaganda de cerveja no Brasil: praia, sol e mulher rebolando. Muito distante das campanhas criativas de outras cervejas, como Budweiser, Heineken e Isenbeck (vídeo anterior).
Mais uma vitória da patrulha do politicamente correto. Uma oportunidade única para uma burocrata de Brasília, a "Ministra" Nilcéa Freire, ocupar as páginas dos jornais ao lado da socialite Paris Hilton.
4 de mar. de 2010
2 de mar. de 2010
American Hot Rod
Não é exagero dizer que a vida nos EUA se passa sobre quatro rodas. E a modificação de automóveis é uma das paixões nacionais. Os Hot Rods, automóveis dos anos 40 e 50 modificados para a velocidade, passaram do status de rebeldia para a condição de pura obra de arte. E um dos grandes artistas da customização de Hot Rods foi sem dúvida Boyd Coddington. Ex-proprietário da Coddington Hot Rod Shop, Boyd tornou-se conhecido mundialmente após estrelar o reality American Hot Rod, exibido pelo Discovery Channel.
Um de seus trabalhos mais conhecidos é o CadZilla, a modificação de um Cadillac 1948 feito para a banda ZZ Top. O automóvel foi considerado por críticos especializados como uma das maiores customizações feitas na história automotiva.
Um de seus trabalhos mais conhecidos é o CadZilla, a modificação de um Cadillac 1948 feito para a banda ZZ Top. O automóvel foi considerado por críticos especializados como uma das maiores customizações feitas na história automotiva.
Boyd Coddington faleceu em fevereiro de 2008 aos 63 anos de idade, por complicações após uma cirurgia. Seu legado é o de ter transformado o que hoje seria mera sucata em verdadeiras obras de arte. E sobre rodas.
Site oficial:
http://www.boydcoddington.com
Site oficial:
http://www.boydcoddington.com
28 de fev. de 2010
José Mindlin: uma vida dedicada aos livros
Faleceu nesta manhã de domingo, 28 de fevereiro, aos 95 anos, o bibliófilo José Mindlin.
Filho de judeus nascidos em Odessa, Ucrânia, Mindlin formou-se em Direito, mas foi no setor industrial onde obteve seu maior êxito: fundou a indústria Metal Leve, que se tornou uma gigante no setor de peças para automóveis.
Após se afastar da empresa em 1996, José Mindlin dedicou-se integralmente à atividade de colecionar livros raros, paixão que mantinha desde os 13 anos. Seu acervo chegou a possuir cerca de 38.000 obras.
Em 2006 Mindlin foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Seu acervo de livros brasileiros foi doado à Universidade de São Paulo. Em boa parte digitalizado, pode ser acessado pelo endereço
http://www.brasiliana.usp.br/
Filho de judeus nascidos em Odessa, Ucrânia, Mindlin formou-se em Direito, mas foi no setor industrial onde obteve seu maior êxito: fundou a indústria Metal Leve, que se tornou uma gigante no setor de peças para automóveis.
Após se afastar da empresa em 1996, José Mindlin dedicou-se integralmente à atividade de colecionar livros raros, paixão que mantinha desde os 13 anos. Seu acervo chegou a possuir cerca de 38.000 obras.
Em 2006 Mindlin foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Seu acervo de livros brasileiros foi doado à Universidade de São Paulo. Em boa parte digitalizado, pode ser acessado pelo endereço
http://www.brasiliana.usp.br/
26 de fev. de 2010
Imprimindo na web
Com o crescente uso dos notebooks, notepads e e-readers, além do preço elevado de tintas para impressoras desk-jet, tornou-se comum a impressão digital de páginas em arquivos PDF. Mas normalmente páginas bem estruturadas aparecem totalmente bagunçadas na impressão. Um aplicativo web veio para solucionar este problema: é o PrintFriendly. O aplicativo permite com apenas um clique a formatação das páginas web a serem impressas, e ainda é possível eliminar parágrafos ou trechos não desejados.
Basta acessar o endereço e digitar a URL a ser impressa:
http://www.printfriendly.com
Basta acessar o endereço e digitar a URL a ser impressa:
http://www.printfriendly.com
25 de fev. de 2010
O Fundamentalismo, no Cristianismo e no Islã
Um dos termos religiosos mais controversos é o Fundamentalismo.
Dentro dos círculos acadêmicos, o Fundamentalismo é descrito como uma forma de espiritualidade criada de modo a enfrentar o temor de que a modernidade possa afetar ou mesmo erradicar a fé e a moralidade de seus seguidores. Já a mídia utiliza o termo normalmente para descrever setores mais conservadores de determinada religião, ou mesmo grupos religiosos propensos à violência.
Os Fundamentalistas Cristãos crêem que a Bíblia é unicamente a palavra de Deus, e rejeitam a interpretação de que se trata de um documento histórico. Por volta dos anos 1960 muitos teólogos e historiadores acreditaram que as religiões se tornariam menos conservadoras, porém isso não ocorreu. Os setores fundamentalistas das principais religiões do mundo (Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo, Budismo e outras) se ampliaram, dedicados a preservar suas tradições religiosas.
O Fundamentalismo no Islã tem sido normalmente associado no Ocidente ao terrorismo anti-americano, o que não é correto. Os Fundamentalistas Islâmicos simplesmente formam uma ala conservadora do Islã, que promovem o estrito seguimento das Leis do Alcorão. Muitos promovem o conceito de Estado Teocrático, onde a Sharia (Lei Islâmica) se torna uma política de Estado. E muitos vêem o Ocidente como infiel, decadente e obcecado pelo sexo.
O terrorismo islâmico representa uma ala extremamente radical do Islã, com seguidores que acreditam que os ensinamentos do Alcorão devem ser impostos à força, se necessário. Este movimento é alimentado por elementos sociais, econômicos e políticos presentes em muitos países muçulmanos: ausência de democracia, autocracia, ausência de eleições livres, conflitos locais, concentração extrema de renda e alto desemprego. Talvez o principal motor do terrorismo islâmico seja o conflito Palestino-Israelense, que já dura 5 décadas e alimenta a maior parte do ódio, instabilidade e hostilidade reinantes na região.
Texto original:
Religious Tolerance - The term Fundamentalism in Christianity and Islam
http://www.religioustolerance.org/reac_ter9.htm
Dentro dos círculos acadêmicos, o Fundamentalismo é descrito como uma forma de espiritualidade criada de modo a enfrentar o temor de que a modernidade possa afetar ou mesmo erradicar a fé e a moralidade de seus seguidores. Já a mídia utiliza o termo normalmente para descrever setores mais conservadores de determinada religião, ou mesmo grupos religiosos propensos à violência.
Os Fundamentalistas Cristãos crêem que a Bíblia é unicamente a palavra de Deus, e rejeitam a interpretação de que se trata de um documento histórico. Por volta dos anos 1960 muitos teólogos e historiadores acreditaram que as religiões se tornariam menos conservadoras, porém isso não ocorreu. Os setores fundamentalistas das principais religiões do mundo (Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo, Budismo e outras) se ampliaram, dedicados a preservar suas tradições religiosas.
O Fundamentalismo no Islã tem sido normalmente associado no Ocidente ao terrorismo anti-americano, o que não é correto. Os Fundamentalistas Islâmicos simplesmente formam uma ala conservadora do Islã, que promovem o estrito seguimento das Leis do Alcorão. Muitos promovem o conceito de Estado Teocrático, onde a Sharia (Lei Islâmica) se torna uma política de Estado. E muitos vêem o Ocidente como infiel, decadente e obcecado pelo sexo.
O terrorismo islâmico representa uma ala extremamente radical do Islã, com seguidores que acreditam que os ensinamentos do Alcorão devem ser impostos à força, se necessário. Este movimento é alimentado por elementos sociais, econômicos e políticos presentes em muitos países muçulmanos: ausência de democracia, autocracia, ausência de eleições livres, conflitos locais, concentração extrema de renda e alto desemprego. Talvez o principal motor do terrorismo islâmico seja o conflito Palestino-Israelense, que já dura 5 décadas e alimenta a maior parte do ódio, instabilidade e hostilidade reinantes na região.
Texto original:
Religious Tolerance - The term Fundamentalism in Christianity and Islam
http://www.religioustolerance.org/reac_ter9.htm
22 de fev. de 2010
Adobe Photoshop, 20 anos
Uma das coisas mais impressionantes sobre esta empresa é o fato de que uma família abençoada, que consistia de um engenheiro profissional, um PhD em Engenharia e um talentoso mago dos efeitos especiais da Industrial Light and Magic tiveram a idéia inicial do Photoshop.
Texto completo:
http://www.webdesignerdepot.com/2010/02/20-years-of-adobe-photoshop/
Texto completo:
http://www.webdesignerdepot.com/2010/02/20-years-of-adobe-photoshop/
19 de fev. de 2010
Andy Gibb, Shadow Dancing
"The brother of the Bee Gees", Andy Gibb, em um clip com cenas que parecem ter sido retiradas da série Buck Rogers no Século 25...
Um clássico da disco' music.
Um clássico da disco' music.
18 de fev. de 2010
O futuro, por aqui...
Blender é um software 3d livre, desenvolvido por uma comunidade de programadores e usuários em todo o mundo. Seu criador é o holandês Ton Roosendaal, que o fez evoluir de um simples aplicativo proprietário (de uso específico de uma empresa) para uma Fundação sem fins lucrativos. Considerando-se que se trata de um software 100% gratuito, o resultado é admirável.
Bob Holcomb, um dos desenvolvedores, criou um vídeo que ilustra as fases de desenvolvimento da mais nova versão do software, a 2.5. Cada segundo do vídeo corresponde a 4 dias de desenvolvimento. Trata-se de algo puramente técnico, mas que, com a trilha sonora, tomou uma forma extremamente artística e bela.
Uma prova de que a mídia tradicional morreu. Ela não impõe mais modismos e nem estéticas.
O futuro está por aqui.
Bob Holcomb, um dos desenvolvedores, criou um vídeo que ilustra as fases de desenvolvimento da mais nova versão do software, a 2.5. Cada segundo do vídeo corresponde a 4 dias de desenvolvimento. Trata-se de algo puramente técnico, mas que, com a trilha sonora, tomou uma forma extremamente artística e bela.
Uma prova de que a mídia tradicional morreu. Ela não impõe mais modismos e nem estéticas.
O futuro está por aqui.
15 de fev. de 2010
Neil Sedaka, Laughter in the Rain
Yes, love can be beautiful.
Strolling along country roads with my baby
It starts to rain, it begins to pour
Without an umbrella we're soaked to the skin
I feel a shiver run up my spine
I feel the warmth of her hand in mine
Oo, I hear laughter in the rain
Walking hand in hand with the one I love
Oo, how I love the rainy days
And the happy way I feel inside
After a while we run under a tree
I turn to her and she kisses me
There with the beat of the rain on the leaves
Softly she breathes and I close my eyes
Sharing our love under stormy skies
Oo, I hear laughter in the rain
Walking hand in hand with the one I love
Oo, how I love the rainy days
And the happy way I feel inside
I feel the warmth of her hand in mine
It starts to rain, it begins to pour
Without an umbrella we're soaked to the skin
I feel a shiver run up my spine
I feel the warmth of her hand in mine
Oo, I hear laughter in the rain
Walking hand in hand with the one I love
Oo, how I love the rainy days
And the happy way I feel inside
After a while we run under a tree
I turn to her and she kisses me
There with the beat of the rain on the leaves
Softly she breathes and I close my eyes
Sharing our love under stormy skies
Oo, I hear laughter in the rain
Walking hand in hand with the one I love
Oo, how I love the rainy days
And the happy way I feel inside
I feel the warmth of her hand in mine
13 de fev. de 2010
Chris Isaak, The Wicked Game
The Wicked Game, canção de 1990, foi tema do filme Wild at Heart, de David Lynch (no Brasil, Coração Selvagem).
No vídeo Chris Isaak contracena com a supermodel Helena Christensen.
A nonchalant theme, a hot video...
The world was on fire
No one could save me but you.
Strange what desire will make foolish people do
I never dreamed that I'd meet somebody like you
And I never dreamed that I'd lose somebody like you
No, I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
No, I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
With you
With you
What a wicked game you play
To make me feel this way
What a wicked thing to do
To let me dream of you
What a wicked thing to say
You never felt this way
What a wicked thing to do
To make me dream of you
And I don't wanna fall in love
[This love is only gonna break your heart]
And I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
Nobody loves no one
No vídeo Chris Isaak contracena com a supermodel Helena Christensen.
A nonchalant theme, a hot video...
The world was on fire
No one could save me but you.
Strange what desire will make foolish people do
I never dreamed that I'd meet somebody like you
And I never dreamed that I'd lose somebody like you
No, I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
No, I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
With you
With you
What a wicked game you play
To make me feel this way
What a wicked thing to do
To let me dream of you
What a wicked thing to say
You never felt this way
What a wicked thing to do
To make me dream of you
And I don't wanna fall in love
[This love is only gonna break your heart]
And I don't want to fall in love
[This love is only gonna break your heart]
Nobody loves no one
6 de fev. de 2010
The Bangles, "Walk Like an Egyptian"
Momento "The 80's": clip ridículo, grande banda, grande música...
3 de fev. de 2010
Malagrino Design: mudança
Nas últimas semanas lancei alguns blogs para falar sobre assuntos que me interessam no momento, e também para divulgar meus produtos. Mas decidi centralizar os assuntos em apenas um site, com o título
Malagrino Design.
Editado pelo WordPress, também possui um layout tradicional, com página inicial e tópicos. Lá falo sobre Joalheria, Interiores, Arquitetura e Artes Decorativas em geral -- e também divulgo meus trabalhos:
http://malagrinodesign.wordpress.com
Aguardo a visita de todos.
Obs.: Este blog continua no ar!
Malagrino Design.
Editado pelo WordPress, também possui um layout tradicional, com página inicial e tópicos. Lá falo sobre Joalheria, Interiores, Arquitetura e Artes Decorativas em geral -- e também divulgo meus trabalhos:
http://malagrinodesign.wordpress.com
Aguardo a visita de todos.
Obs.: Este blog continua no ar!
1 de fev. de 2010
Lili Marlene
Lili Marlene foi escrita durante a 1.ª Guerra Mundial, por Hans Leip, do Exército Imperial Alemão. Em 1938 Norbert Schultze compôs uma melodia para a letra de Leip, e a canção foi gravada pela cantora Lale Andersen.
Durante a ocupação da Iugoslávia pelas tropas nazistas em 1941, o programador da Rádio Belgrado tocava com freqüência Lili Marlene, por absoluta falta de outros discos nas prateleiras da emissora. O ministro da propaganda Joseph Göbbels não gostou da canção e ordenou que saísse do ar; mas a Rádio Belgrado era captada em toda a Europa, e tanto alemães quanto soldados aliados se encantaram com a história da garota sob a luz... O general alemão Rommel permitiu que a rádio transmitisse a canção, que se tornou a assinatura da emissora, sendo executada todos os dias às 21:55, antes de sair do ar.
A popularidade de Lili Marlene cresceu tanto que foram escritas versões em várias línguas. A atriz americana Marlene Dietrich interpretou-a diversas vezes por toda a Europa e norte da África, por três anos.
Abaixo, Lale Andersen interpreta Lili Marlene na versão original de 1939.
http://ingeb.org/garb/lmarleen.html
Durante a ocupação da Iugoslávia pelas tropas nazistas em 1941, o programador da Rádio Belgrado tocava com freqüência Lili Marlene, por absoluta falta de outros discos nas prateleiras da emissora. O ministro da propaganda Joseph Göbbels não gostou da canção e ordenou que saísse do ar; mas a Rádio Belgrado era captada em toda a Europa, e tanto alemães quanto soldados aliados se encantaram com a história da garota sob a luz... O general alemão Rommel permitiu que a rádio transmitisse a canção, que se tornou a assinatura da emissora, sendo executada todos os dias às 21:55, antes de sair do ar.
A popularidade de Lili Marlene cresceu tanto que foram escritas versões em várias línguas. A atriz americana Marlene Dietrich interpretou-a diversas vezes por toda a Europa e norte da África, por três anos.
Abaixo, Lale Andersen interpreta Lili Marlene na versão original de 1939.
1. Vor der Kaserne Vor dem großen Tor Stand eine Laterne Und steht sie noch davor So woll'n wir uns da wieder seh'n Bei der Laterne wollen wir steh'n |: Wie einst Lili Marleen. :| 2. Unsere beide Schatten Sah'n wie einer aus Daß wir so lieb uns hatten Das sah man gleich daraus Und alle Leute soll'n es seh'n Wenn wir bei der Laterne steh'n |: Wie einst Lili Marleen. :| 3. Schon rief der Posten, Sie blasen Zapfenstreich Das kann drei Tage kosten Kam'rad, ich komm sogleich Da sagten wir auf Wiedersehen Wie gerne wollt ich mit dir geh'n |: Mit dir Lili Marleen. :| 4. Deine Schritte kennt sie, Deinen zieren Gang Alle Abend brennt sie, Doch mich vergaß sie lang Und sollte mir ein Leids gescheh'n Wer wird bei der Laterne stehen |: Mit dir Lili Marleen? :| 5. Aus dem stillen Raume, Aus der Erde Grund Hebt mich wie im Traume Dein verliebter Mund Wenn sich die späten Nebel drehn Werd' ich bei der Laterne steh'n |: Wie einst Lili Marleen. :| | Underneath the lantern, By the barrack gate Darling I remember The way you used to wait T'was there that you whispered tenderly, That you loved me, You'd always be, My Lilli of the Lamplight, My own Lilli Marlene Time would come for roll call, Time for us to part, Darling I'd caress you And press you to my heart, And there 'neath that far-off lantern light, I'd hold you tight , We'd kiss good night, My Lilli of the Lamplight, My own Lilli Marlene Orders came for sailing, Somewhere over there All confined to barracks was more than I could bear I knew you were waiting in the street I heard your feet, But could not meet, My Lilly of the Lamplight, my own Lilly Marlene Resting in our billets, Just behind the lines Even tho' we're parted, Your lips are close to mine You wait where that lantern softly gleams, Your sweet face seems To haunt my dreams My Lilly of the Lamplight, My own Lilly Marlene |
http://ingeb.org/garb/lmarleen.html
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